“Não está tão claro se o entendimento é porque o Brasil não controla crimes de trabalho forçado aqui no país, ou se é porque o Brasil tem relações com países que não têm esse controle”, disse economista da FGV

Apuração inclui outros 58 países e a União Europeia e foi aberta semanas após Suprema Corte derrubar sobretaxas aplicadas mundialmente

O governo dos EUA propôs sobretaxas de até 12,5% para 60 países, incluindo o Brasil, por falhas na fiscalização e proibição de bens produzidos com trabalho forçado.

A palavra final será do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump