O Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos recomendou, nesta quarta-feira 3, a imposição de uma tarifa sobre as importações de 60 países que supostamente falham na proibição de mercadorias produzidas com trabalho forçado. O Brasil está na lista.
A decisão caberá ao presidente Donald Trump. Trata-se do resultado de uma investigação conduzida desde março no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Na terça-feira 2, o USTR já havia proposto a Trump um tarifaço de 25% contra o Brasil por supostamente manter políticas “irrazoáveis” e prejudiciais aos norte-americanos — por exemplo, com o Pix.
As práticas dos países que segundo o Escritório não fiscalizam devidamente o trabalho forçado “oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos”, segundo o comunicado. Configurariam, assim, uma espécie de concorrência desleal.
O USTR, comandado pelo embaixador Jamieson Greer, sugere duas classes de sobretaxa:











