O Banco Central do Brasil indicou que não pretende apertar a política monetária, mas pode ser levado a fazê-lo no futuro

Copom deve cortar juros, mas sem antecipar próximos passos, diante da piora do cenário

Copom avança em flexibilização de juros apesar do cenário mais desafiador para inflação

Mercado avalia primeira conferência de imprensa do novo presidente do banco central americano em busca de sinais sobre o rumo da política monetária

Em decisão unânime, o Banco Central americano mantém os juros inalterado, pela quarta vez consecutiva, nesta quarta-feira, 17

Apesar de conjuntura e expectativas ruins para a inflação, BC corta Selic outra vez

Antes da guerra, o mercado descontava ao menos um corte na taxa. Agora, espera-se elevação em dezembro

Percepção veio após postura mais conservadora do BC americano na comunicação da decisão de política monetária feita nesta quarta-feira (17)

Inflação em alta e dinâmica dos estímulos fiscais são algumas dos fatores que devem influenciar decisão sobre Selic e comunicado da reunião.

BC corta Selic, cita Oriente Médio e evita compromisso com continuidade do ciclo de cortes

O Comitê defendeu 'serenidade e cautela na condução da política monetária'

O comunicado divulgado logo após a reunião do comitê é, como sempre, discreto sobre esse jogo contra, mas suficientemente enfático ao denunciar essas pressões fiscais

BC justifica corte de 0,25 ponto porcentual mesmo com piora nas projeções de inflação tanto do mercado quanto de seu próprio modelo

BC primeiro determina os caminhos da Selic que levam ao cumprimento da meta de inflação no horizonte relevante e, atendido esse requisito, escolhe a trajetória de juros que…

Comunicado do BC não traz sinalização sobre os próximos passos. Entre os economistas ouvidos pelo GLOBO, há quem preveja uma pausa nas reduções na reunião de agosto

Fed manteve taxa nos EUA, mas indicou que pode haver alta neste ano; Copom reduz Selic e não traz definição sobre próximos passos

Colegiado do BC cortou a taxa para o menor nível desde maio de 2025; comunicado causou ruído sobre o horizonte relevante para a política monetária

Na estreia de Kevin Warsh, mercado passa a prever aperto financeiro no ano

Banco central americano decide, em votação consensual, manter a taxa de juros do país na faixa de 3,50% a 3,75%, o que já era amplamente precificado pelo mercado

Não foi bem-recebido por economistas o alongamento do parâmetro do BC sobre efeito da política monetária

O Banco Central do Brasil indicou que não pretende apertar a política monetária, mas pode ser levado a fazê-lo no futuro