O governo defende a vigência imediata de uma nova regra com alguma redução do tempo de trabalho, de modo que ao fim de três anos, prevaleça o modelo de jornada de 5 dias de trabalho e 2 de descanso

“Não dá para aceitar ficar quatro anos reduzindo meia hora por ano”, afirmou o presidente

O presidente terá um encontro com Hugo Motta (Republicanos-PB) e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, na próxima semana

Relator na Câmara deve divulgar parecer nesta segunda (25); texto precisa passar na Casa e no Senado