O governo defende a vigência imediata de uma nova regra com alguma redução do tempo de trabalho, de modo que ao fim de três anos, prevaleça o modelo de jornada de 5 dias de trabalho e 2 de descanso Em meio ao impasse sobre a vigência da nova jornada de trabalho, o governo tende a apoiar uma transição de três anos, disseram ao Valor fontes a par das discussões em curso na manhã desta segunda-feira (25). Os ministros da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, e do Trabalho, Luiz Marinho, reuniram-se com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o relator da proposta de emenda constitucional (PEC) do fim da escala 6 x 1, Leo Prates (Republicanos-BA) para tratar do tema.

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