Mesmo com o fim do conflito entre Irã e EUA, o clima de incerteza ainda paira nas principais economias do mundo

Com cenário mais desafiador, Copom tende a adotar postura conservadora

Possibilidade de fim da guerra e expectativa de corte de 0,25 ponto porcentual ajudam o BC a dar sequência no processo de "calibração" da Selic, mas ambiente ficou mais pantanoso

Analistas esperam que taxa de juros termine 2026 a 13,75% e que Copom reduza índice para 14,25% nesta semana

Copom deve cortar juros, mas sem antecipar próximos passos, diante da piora do cenário

Manter o IPCA nos intervalos da meta sem um overshooting nos juros é uma missão minimalista factível

Para economistas, Copom pode pausar ciclo de queda de juros no encontro seguinte, em agosto

Se decidir cortar a Selic para 14,25%, como é a aposta da maioria dos analistas em razão da sinalização dada na reunião anterior, há risco real de descontrole das expectativas de…

Mercado avalia que Copom deve anunciar queda do juros básicos da economia brasileira de 14,5% para 14,25%, mas avaliação geral é que entendimento no Oriente Médio ainda não altera…

Maior parte do mercado financeiro projeta uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano. Queda do preço do petróleo no começo desta semana, fruto do acordo de paz,…

Autoridade monetária tem que agradecer pela resolução dos conflitos no Oriente Médio antes da reunião desta semana

Juros vão cair hoje no Brasil e devem ser mantidos nos EUA, a dúvida é o que vem depois

A maioria do mercado financeiro projeta uma redução para 14,25% na taxa básica

Copom avança em flexibilização de juros apesar do cenário mais desafiador para inflação

Apesar de conjuntura e expectativas ruins para a inflação, BC corta Selic outra vez

Inflação em alta e dinâmica dos estímulos fiscais são algumas dos fatores que devem influenciar decisão sobre Selic e comunicado da reunião.

A taxa Selic caiu para 14,25% ao ano em decisão do Copom que acompanhou a projeção do mercado e a desaceleração da inflação impulsionada pelo petróleo.

Com a queda, a taxa iguala o menor nível registrado desde maio de 2025. Decisão foi unânime

Decisão foi unânime e era esperada pelo mercado; juros já caíram 0,75 ponto desde março

Trata-se da terceira queda consecutiva na taxa básica do País. A próxima reunião dos diretores ocorrerá em agosto

Agora, Brasil está à frente de países como Rússia e Turquia, que possuem taxas nominais bem mais altas que os atuais 14,25%