Presidente do Tribunal de Contas do DF defende bloqueio de bens no Caso Master para ressarcir BRB‘O Estado é responsável também. Eu defendo salvar o banco e punir os culpados no limite das suas culpas’; diz Manoel de Andrade ao Estadão. Gerando resumoBRASÍLIA E SÃO PAULO — O Banco de Brasília (BRB) aprovou uma medida para acelerar o aumento de capital e homologar, até semana que vem, o aporte do Distrito Federal voltado a cobrir o rombo deixado pelo Banco Master na instituição. O governo distrital negocia um acordo com a União no Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir o dinheiro necessário. No dia 22 de abril, os acionistas do BRB autorizaram a proposta de aumento de capital, abrindo caminho para um aporte de até R$ 8,86 bilhões. Para isso, o banco irá emitir novas ações e captar mais recursos dos acionistas. O governo do DF, controlador do BRB, precisa injetar dinheiro na instituição para se manter no controle da instituição. Ao comprar as ações, ele faz o aporte. O Banco de Brasília (BRB) aprovou medidas para acelerar o aumento de capital e homologar, até semana que vem, o aporte do Distrito Federal voltado a cobrir o rombo do Banco Master na instituição. O governo distrital negocia um acordo com a União no Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir o dinheiro necessário. PUBLICIDADENesta quarta-feira, 27, o Conselho de Administração da companhia aprovou uma nova medida que permite a homologação parcial intermediária do aumento de capital. Dessa forma, o Distrito Federal e outros acionistas poderão adquirir as ações e a operação já será homologada, sem encerrar o processo. As sobras continuarão sendo negociadas normalmente. O BRB afirmou que o objetivo da medida é “permitir a celeridade no processo de autorização de aumento de capital pelo Banco Central”. Outra decisão relevante adiou o prazo para acionistas, incluindo o governo distrital, exercerem o direito de preferência e participarem do aumento de capital. O cronograma terminaria na quinta-feira, 28, e foi estendido para a próxima quarta-feira, 3 de junho. PublicidadeLeia maisPresidente do Tribunal de Contas do DF defende bloqueio de bens no caso Master para ressarcir BRBPF diz que provas colhidas indicam participação do BRB em fraudes do Master: ‘Não foi vítima’O Distrito Federal pediu um empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para injetar dinheiro no BRB. O governo distrital negocia um acordo com a União no STF para pegar o empréstimo com aval de bancos públicos e privados, sem garantia do Tesouro Nacional. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se comprometeu a autorizar o aumento de endividamento pelo DF para permitir o financiamento. Uma nova reunião para discutir o acordo está marcada para esta quinta-feira, 28, no Supremo.
BRB aprova medida para acelerar aumento de capital e homologar aporte do DF até semana que vem
Governo distrital busca empréstimo para cobrir rombo do Banco Master e negocia acordo com União no STF












