A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) homologou nesta quinta-feira (21) parte do megaleilão do governo Lula (PT) que contratou ao menos R$ 515 bilhões em energia de reserva de grupos como a J&F, dos irmãos Batista, a Eneva, de André Esteves, e a Petrobras.
A agência analisou a contratação das usinas cuja operação começa já em 2026, mas defendeu que, dentro da competência que lhe cabe, não encontra óbice no certame, uma vez que não é seu papel analisar a modelagem do pregão ou outros pontos questionados na Justiça e no TCU (Tribunal de Contas da União).
O megaleilão vem sendo questionado em diversas instâncias em razão das alterações feitas em sua base de cálculo que, em três dias, fez dobrar o seu custo total; de um deságio baixo (cerca de 5% em média); e por priorizar o uso de usinas movidas a combustíveis fósseis (carvão e gás) ao invés de fontes renováveis, como as baterias de armazenamento.
O custo total do leilão é de pelo menos R$ 515 bilhões, o que pode causar um aumento de 10% na conta de luz da população.
A homologação e a adjudicação são os atos que oficializam o leilão e precedem a assinatura dos contratos.














