Atualmente, os EUA são o principal mercado de exportação do segmento, respondendo por mais de 20% das vendas externas totais

Fabricantes de ferro-gusa, da madeira e de calçados veem dificuldade em redirecionar exportações caso sejam alvo de novas taxas

Indústria brasileira vê perda de competitividade com tarifaço dos EUA e pede esforço em negociações

Setor privado espera decisão sobre investigação paralela no fim de julho, com nova taxa de 10 a 12,5%

Tarifas adicionais de 25%, anunciadas pelo governo Trump como resultado da investigação conduzida com base na Seção 301 sobre práticas comerciais brasileiras, entram em vigor em…

Medida coloca em risco R$ 56 bilhões em envio de produtos nacionais para os americanos

Nova tarifa entra em vigor em 22 de julho e atinge principalmente produtos industriais e alguns produtos agrícolas exportados pelo Brasil aos Estados Unidos.

Os maiores riscos recaem sobre manufaturados dedicados ao mercado norte-americano: calçados, móveis, têxteis, partes, peças, equipamentos e bens de consumo

Já segundo a Abimaq, a medida amplia a incerteza no comércio bilateral, pode elevar custos e comprometer a competitividade da indústria

“A decisão representa um duro impacto para o setor madeireiro que ainda buscava se recuperar após as tarifas anteriormente aplicadas pelos Estados Unidos”, disse a Abimci

Na avaliação da Abit, a nova tarifa poderá acelerar um movimento que já vinha sendo observado entre empresas brasileiras: a transferência de parte da produção para o Paraguai

Atualmente, os EUA são o principal mercado de exportação do segmento, respondendo por mais de 20% das vendas externas totais

Segundo estudo da MB Associados, o setor mais atingido pelo novo tarifaço dos Estados Unidos é o de máquinas e equipamentos

Segmentos como madeira, máquinas e equipamentos, móveis, cerâmica, calçados e açúcar poderão contar com medidas de apoio do governo

Márcio Elias Rosa afirmou que governo dará prioridade ao atendimento dos setores mais afetados pela medida, entre eles madeira, máquinas e equipamentos elétricos

Câmara Americana de Comércio para o Brasil vê US$ 11 bi em exportações afetadas, mas especialistas apontam que 62% dos itens embarcados entram na lista de exceções