Embora as decisões de ambos os bancos centrais não tenham surpreendido o mercado, a comunicação dos colegiados fugiu do esperado
Autoridade monetária tem que agradecer pela resolução dos conflitos no Oriente Médio antes da reunião desta semana
Agenda do dia: Decisões do Fed e BC são destaques
Bancos centrais do Brasil e EUA seguem o esperado, mas comunicados surpreendem
Copom reduz Selic 0,25pp a 14,25%, mas comunicação confusa destrói confiança no controle inflacionário. Expectativas desancorate elevam taxas futuras de longo prazo (+0,2pp), encarecendo crédito corporativo e imobiliário, freando investimentos.
Inflação em alta e dinâmica dos estímulos fiscais são algumas dos fatores que devem influenciar decisão sobre Selic e comunicado da reunião.
Será a primeira reunião do banco central americano sob comando de Kevin Warsh e, por isso, os agentes financeiros devem dar atenção especial à coletiva de imprensa do novo chairman
Cenário geopolítico também segue no radar, com os investidores atentos a informações sobre o acordo entre Estados Unidos e Irã
Percepção veio após postura mais conservadora do BC americano na comunicação da decisão de política monetária feita nesta quarta-feira (17)
Fed manteve taxa nos EUA, mas indicou que pode haver alta neste ano; Copom reduz Selic e não traz definição sobre próximos passos
Na estreia de Kevin Warsh, mercado passa a prever aperto financeiro no ano
O que parece ter ocorrido foi uma decisão dentro da técnica do regime de metas de inflação, que se aplicou a uma situação especial diante da qual os membros do Copom estavam na…
Embora as medidas anunciadas não tenham surpreendido o mercado, a comunicação dos dois bancos centrais fugiu do esperado, e levantou preocupações sobre a trajetória dos juros em…
Postura bastante conservadora do banco central americano fortalece o dólar a nível global, ao passo em que os ruídos em torno da comunicação do Copom afetam o real em menor grau
Decisão de mirar 2028 é vista como forma de mudar meta de inflação sem admitir ajuste
Reação ao tom mais conservador do Federal Reserve e ao comunicado do BC brasileiro considerado “confuso” foi bem menos intensa na bolsa local
Mercados reagiram negativamente à mudança na comunicação do BC e ao tom mais duro do Fed; dólar subiu 1,3% e taxas longas avançaram
Economistas questionam alongamento do horizonte para acomodar corte nos juros; dólar e inflação implícita têm forte alta
Investidores reagem mal à comunicação do BC na decisão de quarta; taxas a partir de 2028 saltam e dólar dispara
Agentes ainda seguem avaliando a comunicação do Banco Central de quarta-feira, que gerou pressão nos mercados