Mercados reagiram negativamente à mudança na comunicação do BC e ao tom mais duro do Fed; dólar subiu 1,3% e taxas longas avançaram O pregão de ontem foi marcado por forte pressão nos juros futuros e no câmbio. Os mercados repercutiram negativamente a decisão do Banco Central de alongar o horizonte relevante da política monetária, ao justificar o corte de juros de 0,25 ponto percentual na reunião do Copom de quarta-feira. O tom mais duro do Fed, o BC americano, também mexeu com os investidores. O dólar teve alta de 1,3%, fechando em R$ 5,174 - a moeda brasileira registrou o segundo pior desempenho entre as 33 divisas mais negociadas. No segmento de juros futuros, as taxas de médio e longo prazos subiram, enquanto as mais curtas recuaram. O movimento reflete a expectativa de uma Selic mais baixa nos próximos meses, mas que pode ter que voltar a ser elevada no futuro.

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