As emendas parlamentares individuais se espalham pelo país, estão hoje nas Câmaras Municipais de quase todas as capitais brasileiras e chegam a cidades pequenas, com menos de 2.000 habitantes. Os recursos têm sido objeto de investigações, assim como ocorre na esfera federal.
A exemplo do Congresso, as indicações são impositivas —as prefeituras são obrigadas a executá-las—, mas o percentual de impacto no orçamento varia de acordo com o índice estabelecido em lei.
As emendas impositivas são apresentadas durante a elaboração do orçamento e precisam ser justificadas. Metade delas deve ser direcionada à saúde; o restante fica a critério do legislador.
Das 27 capitais, apenas São Paulo, Fortaleza, Vitória, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife não tornaram o cumprimento das indicações obrigatório.
Há capitais que têm também emendas de bancada, como Palmas, Boa Vista e Belém, mas isso não é regra.














