“Diga a coisa como ela é” reúne colunas da autora publicados no Valor entre 2017 e 2026 “A atividade de crítica e ensaísta me permitiu uma escrita no meio do caminho”, diz Tatiana Salem Levy — Foto: Estela Valente/Divulgação No texto “A biblioteca do meu pai”, a escritora Tatiana Salem Levy, de 47 anos, vasculha memórias e se pergunta sobre os apegos ao colocar à venda o farto acervo do filósofo e professor Nelson Levy (1941-2024). A perda paterna pegou a filha no susto e, logo depois de se despedir do proprietário de um sebo que realizou uma generosa avaliação, viu que se desfazer dos livros seria um adeus definitivo ao pai, o que ainda considerou prematuro.
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‘O objetivo da literatura não é moralizar, nem dar respostas’, diz escritor elogiado por ex-presidente português
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