Li “tudo o que leva consigo um nome”, de Francisco Mallmann, agradecendo cada palavra ali escrita, espécie de catarse coletiva — Foto: Cris Bierrenbach “sei que te assustas fernando / porém na nova era mundial / gente como eu segura nas mãos / os lápis e diz tudo o que pode / dizer até que gente como tu / caia ao chão estupefata”, diz uns versos de “tudo o que leva consigo um nome”, de Francisco Mallmann (ed. José Olympio). O livro é um grande poema direcionado a fernando (é tudo em letra minúscula e sem pontuação, não estranhem), um homem que claramente fez mal àquele que escreve. E quem escreve é homem, é mulher, é gay, é Francisco, sou eu, somos todos nós algum dia na vida. Afinal, quem nunca teve vontade, por dor de amor, de matar alguém?
Mais recente
Próxima
José de Souza Martins: Quando o criador de Mowgli, o menino-lobo, veio conhecer a ‘selva’ brasileira
Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas








