Se a nossa matéria-prima é a linguagem, por que há uma obsessão em refutá-la? — Foto: Cris Bierrenbach O ensaio de Susan Sontag “A estética do silêncio”, que se encontra no livro “A vontade radical” (trad. João Roberto Martins Filho, Companhia de bolso), é a melhor crítica que já li sobre o não dito, que se tornou uma obsessão ao longo do século XX, sobretudo para os poetas e artistas modernistas.
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