Já faz algum tempo que o respeito pelas camisas do Brasil e da Argentina não é o mesmo.
A verde e amarela é vítima de apropriação política pelo bolsonarismo e de piadas do presidente Lula ao se referir a Neymar como um "jogador de home office". E o Brasil é comandado por um treinador italiano.
Na Argentina, ninguém ousaria fazer isso; a camisa azul e branca pertence a todos (com algumas nuances, como verão), o técnico é argentino e o presidente não zomba de seus jogadores. Outra coisa é uma streamer matar o pai de Lionel Messi; isso, sim, é possível.
A euforia e a admiração que se seguiram à estreia de Messi e seu hat-trick contra a Argélia foram interrompidas nesta quinta-feira (18) por um incidente surpreendente.
Florencia Peña, uma atriz e comediante que apresenta(va) um programa no canal de streaming Luzu TV, anunciou a morte de Jorge Messi, pai de Lionel, com uma indiferença, leveza e falta de rigor que farão com que o trecho do vídeo se torne, por muitos anos, uma referência de tudo o que não se deve fazer na mídia.














