Empresas de navegação avaliam, por outro lado, que ainda levará tempo para que o tráfego pelo estreito retorne aos níveis anteriores à guerra, já que ainda é necessário garantir o acesso seguro e remover minas FOTO DE ARQUIVO: O petroleiro HELGA está atracado em um dos terminais petrolíferos offshore do sul do Iraque, perto de Basra, enquanto se prepara para carregar petróleo bruto, tornando-se o segundo navio a chegar desde o fechamento do Estreito de Ormuz , em 24 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Mohammed Aty/Foto de Arquivo Três superpetroleiros de bandeira saudita transportando 6 milhões de barris de petróleo bruto navegaram pelo Estreito de Ormuz nesta quinta-feira (18), horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar um acordo com o Irã para encerrar a guerra que tem perturbado o abastecimento global de energia. Trump assinou na quarta-feira o "memorando de entendimento" para pôr fim à guerra, assim como o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, antecipando sua entrada em vigor em dois dias em relação ao previsto anteriormente. O documento prevê a reabertura imediata do Estreito de Ormuz e a suspensão do bloqueio dos Estados Unidos aos portos iranianos. Embora empresas de navegação digam que ainda levará tempo para que o tráfego pelo estreito retorne aos níveis anteriores à guerra, já que ainda é necessário garantir o acesso seguro e remover minas, houve sinais imediatos de impacto. Navios que antes poderiam ocultar sua posição desligando seus transponders agora transmitiam suas localizações, preparados para atravessar o estreito. Os contratos futuros do petróleo Brent, referência global, caíram mais 2%, para abaixo de 78 dólares por barril, o menor nível desde o início dos ataques. O memorando entre Estados Unidos e Irã inicia um período de negociações de 60 dias para alcançar um acordo definitivo sobre a guerra, lançada por Trump em fevereiro em conjunto com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Primeiros petroleiros atravessam Ormuz após acordo entre EUA e Irã
Empresas de navegação avaliam, por outro lado, que ainda levará tempo para que o tráfego pelo estreito retorne aos níveis anteriores à guerra, já que ainda é necessário garantir o acesso seguro e remover minas













