0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Operação da PRF — Foto: Divulgação PRF Entidades das forças de segurança pública da União estão a todo vapor para derrubar o veto que barra a flexibilização da atividade exclusiva de policiais federais, rodoviários federais, penais e civis. A votação está marcada para a sessão conjunta do Congresso na próxima quinta-feira (18), e as categorias estão tratando o momento como decisivo. No comando dessa mobilização está a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), que questiona o veto por ser, segundo eles, um tratamento desigual. Enquanto policiais da União têm restrições rígidas, outras carreiras típicas de Estado — como auditores, diplomatas e membros do sistema jurídico — podem acumular cargos e exercer atividades privadas conforme permitidas pela Constituição. Outro ponto que eleva a pressão é o acordo anterior entre Governo Federal e categorias policiais que falava jda flexibilização da dedicação exclusiva. A proposta liberava o exercício de atividades de magistério e saúde, desde que fosse compatível com as funções policiais e sem conflito de interesses. O presidente da FenaPRF, Tácio Melo, afirma que o veto é mais do que uma questão jurídica. — É uma medida que promove a isonomia, valoriza o profissional e permite que o conhecimento e experiência sejam compartilhados em benefício da sociedade — para ele não existe conflito entre essas funções e o trabalho policial.