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Os centros de triagem de cidadãos que se apresentam na fronteira sem documentos ou pedem asilo a Portugal estão prontos para abrir e funcionar, sem que esteja adoptado o mecanismo de supervisão dos direitos fundamentais, inerente a esta medida do Pacto europeu para as Migrações e Asilo, em vigor desde esta sexta-feira. Nestes centros de triagem, a PSP verifica a identidade da pessoa a quem é pedido que fundamente a necessidade do pedido de asilo. E, em poucos dias, decide quem pode entrar em Portugal e quem deve ser devolvido ao seu país, também com base na informação disponível em rede no Eurodac. Este sistema, que já existe, será reforçado, sendo gerido pela ENISA, a Agência da União Europeia para a Cibersegurança.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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13 de Junho de 2026
















