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Um dia depois de o tribunal ter indeferido o pedido da direcção do Boavista para travar o leilão do Estádio do Bessa XXI por falta de um plano para reverter a situação, o Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia aceitou o pedido de suspensão temporária da venda dos principais imóveis afectos à insolvência do Boavista.O requerimento apresentado pela administradora de insolvência, Maria Clarisse Barros, com vista à suspensão do leilão por 15 dias, foi aceite pelo tribunal, que adiou o processo de venda dos imóveis afectos à massa insolvente.Uma decisão que decorre dos requerimentos apresentados pelos credores Merecida Narrativa, Lda. e SACYR - Somague, S.A., presidente da comissão de credores, e que permite ao Boavista ganhar tempo para tentar encontrar uma solução ou os investidores capazes de ajudar a evitar o desfecho mais temido.Para além da suspensão de 15 dias, o Boavista consegue um período adicional de cinco dias previsto para a apresentação de licitações, findo o qual o processo é retomado.

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20 de Maio de 2026