Documento sobre a última reunião divulgado hoje esclarece a confusa linguagem da semana passada

Colegiado tornou-se uma das instituições mais influentes do sistema financeiro brasileiro

Medidas de inflação implícita dispararam após decisão de juros do Copom

Analistas atribuem piora das projeções a uma combinação entre a comunicação do BC e a crescente percepção de risco fiscal associada ao cenário eleitoral

Texto divulgado não trouxe sinalização sobre os próximos passos do BC

Sem pressão no cupom, investidores não veem justificativa clara para intervenção

Ex-ministro e ex-presidente do BC diz que autoridade monetária "precisa se explicar" sobre a condução da inflação, pois a credibilidade da instituição está em jogo

BC afirmou que tentativa de atingir a meta de inflação no atual horizonte relevante demandaria ajustes agressivos da taxa Selic

Agenda do dia: Ata do Copom e dados de atividade dos EUA são destaque

Comitê afirma que chegou a debater trajetórias de juros "alternativas" em sua última reunião

Colegiado enfatizou que contexto atual é de incerteza em ‘níveis historicamente elevados’ e reiterou que ‘magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do…

No ambiente doméstico, agentes voltam a questionar o corte de juros feito pelo BC em sua última decisão e, a princípio, avaliam as explicações dada pelo Copom em sua ata como…

Copom ficou em situação de ‘perde-perde’, sem saídas fáceis para a condução da política monetária

Ata reduz dúvidas do mercado, mas continuam os sinais de mudança de estratégia

BC falha ao não apresentar cenários alternativos que justificaram corte de juro mesmo com risco de inflação

Mercado espera Relatório de Política Monetária para esclarecer dúvidas deixadas pela ata do Copom

Nesta manhã, investidores analisam a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central

Documento sobre a última reunião divulgado hoje esclarece a confusa linguagem da semana passada

Ao se ler o documento em ordem cronólogica, a primeira impressão é que os elementos mais conservadores se destacam, segundo o economista-chefe Ivo Chermont