0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos (MBL) no debate da Band. — Foto: Maria Isabel Oliveira O Partido Missão, Renan Santos e o vice, Aroldo Medina, ingressaram no TSE com mandado de segurança, com pedido de liminar, contra a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu nesta segunda-feira parte da campanha da chapa, incluindo propaganda digital, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates, entrevistas e sabatinas. A defesa afirma que as medidas foram tomadas de ofício, sem contraditório, por suposto atraso na comunicação das redes sociais à Justiça Eleitoral. Os advogados consideram a punição desproporcional e destacam que a PGE havia se manifestado pelo deferimento dos registros de Renan e Aroldo. A ação pede a suspensão das medidas e cita Lula, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, que também teriam informado redes sociais após o pedido de registro, para sustentar que houve falta de isonomia na punição ao Missão. Além de barrar propaganda e debates, Toffoli também determinou a suspensão de perfis e impôs multas. Renan, segundo a defesa, já foi impedido de participar de uma entrevista à revista Veja e seria afetado por outra na Jovem Pan marcada para amanhã.
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