Energia, agro e varejo devem concentrar impactos, enquanto efeitos da inflação implícita ainda aparece pouco nos preços dos ativos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aline Cardoso: “Inflação de alimentos costuma aumentar, em média, 2,4 pontos percentuais durante El Niño” — Foto: Rogerio Vieira/Valor Apesar da dificuldade de prever a magnitude do El Niño e de mensurar seus efeitos sobre as ações brasileiras, estrategistas de grandes bancos e executivos de gestoras de recursos apontam energia, agronegócio e varejo como os setores que devem ser mais influenciados pelo fenômeno. A dimensão dos reflexos sobre os papéis, porém, é vista com maior cautela, e poucas empresas parecem ter esse cenário incorporado aos preços neste momento - algo que Ambev e Axia Energia (antiga Eletrobras) já fizeram.

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