Sob pressão após revelações sobre seu filho Fábio Luís, que ficou conhecido como Lulinha, e sobre seu ex-chefe de gabinete, o presidente Lula (PT) tem repetido o discurso de que não se perde nem se ganha uma eleição de véspera.
E, por isso, defendeu em conversas recentes cautela em uma campanha que se prenuncia acirrada e pediu que seu grupo político intensifique o corpo a corpo nas ruas.
Segundo relatos, o presidente tem dito ainda que essa será uma campanha de território, com disputa pelo voto nos bairros. Ele tem insistido para que petistas estejam munidos de dados positivos para a defesa de sua administração no embate com bolsonaristas.
A principal preocupação externada pelo presidente da República e por pessoas próximas é com a percepção do eleitorado sobre a economia. Lula afirma que fez uma boa gestão nessa área e quer que seus militantes disseminem essa ideia pelo Brasil.
Aliados dele ouvidos pela reportagem em condição de anonimato avaliam que a campanha do petista está em seu pior momento em decorrência das revelações sobre Fábio Luís, filho de Lula que ficou nacionalmente conhecido como Lulinha, e sobre o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola.












