04/08/2026 10h41 Atualizado há 9 minutos
Luísa Marzullo
Brasília
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia que as novas revelações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, abriram uma oportunidade para colocar o petista na defensiva e, ao mesmo tempo, deslocar o debate de crises que desgastaram o candidato nas últimas semanas. A orientação é explorar cada novo episódio que surgir e tentar aproximar do presidente suspeitas que até agora atingiam principalmente seu filho e pessoas de seu entorno.
A avaliação no núcleo de comunicação é que o episódio envolvendo Marcola deu uma dimensão diferente à ofensiva. Integrantes da campanha destacam que ele não era um personagem distante do governo, mas ocupava um posto no gabinete presidencial e fazia parte do círculo próximo de Lula. O objetivo é questionar se Lula já tinha informações sobre o caso e o que foi feito.







