A campanha de Lula tem elevado o tom contra o que chama de vazamentos seletivos da investigação que apura a atuação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas fraudes do INSS.

A crítica é a mesma feita por bolsonaristas no início do ano após a divulgação de conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Em maio, o coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN) pediu que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça apurasse a divulgação "seletiva" dos áudios.

No mesmo mês, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi às redes para atacar o site The Intercept Brasil, que divulgou os áudios e disse que o vazamento seletivo era feito para "assassinar a reputação de Flávio Bolsonaro".

A divulgação provocou uma crise na campanha e aumentou o clima de desconfiança no PL. Já o PT aproveitou o desgaste e passou a usar o caso para atacar o senador.