0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos (Missão) e Flávio Bolsonaro (PL) — Foto: Reprodução; Cristiano Mariz O Missão acionou o TSE para apurar suposta filiação fraudulenta de Flavio Bolsonaro ao partido e afirmou ter sido vítima do ato, facilitado por possíveis falhas de segurança do sistema. A legenda afirma ter identificado que o senador foi incluído em seus quadros sem autorização e diz que foram inseridos dados falsos no cadastro, inclusive CPF e endereço adulterados. De acordo com a ação, a filiação foi lançada em 2 de agosto e, desde então, o partido enviou reiterados e-mails ao gabinete de Flávio. O candidato do PL, no entanto, teria ignorado por pensar que se tratava de spam. A tese central do Missão é que não tinha interesse em prejudicar o senador. Na petição, o advogado Arthur Rollo alega que, se tivesse intenção de fraudá-lo, não teria enviado os alertas para seu endereço oficial. A legenda cita ainda que identificou ontem uma tentativa de cadastrar Lula como filiado ao Missão, mas percebeu antes que o registro fosse enviado ao sistema do TSE e conseguiu cancelá-lo. Por conta do episódio, o partido suspendeu seu sistema automatizado de filiação e reconheceu a existência de falhas. O próprio Missão diz que usuários já haviam relatado problemas com erros cadastrais em março e julho, motivo pelo qual não se trataria de um caso isolado. O partido pede uma investigação para descobrir quem estava por trás do IP usado, bem como a identificação de contas ou assinaturas vinculadas ao endereço. Entre os possíveis crimes cometidos, o Missão aponta uma suposta falsidade ideológica para fins eleitorais. A legenda também já registrou um boletim de ocorrência junto à Polícia Federal, que abriu inquérito para averiguar a filiação indevida. Após o caso, o TSE afirmou que não houve "hackeamento" ou invasão do sistema. Em atualização