Programa da Polícia Militar, que atua em todo o estado no acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, já atendeu 132 mil vítimas e realizou mais de mil prisões desde 2019 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Patrulha Maria da Penha — Foto: Divulgação A Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar do Rio, ultrapassou a marca de 449 mil atendimentos desde sua criação, há sete anos. De agosto de 2019 até a última quarta-feira, o programa realizou 449.377 atendimentos a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em todo o estado. No período, as 50 equipes especializadas da PM acompanharam 132.691 mulheres com medidas protetivas concedidas pela Justiça e efetuaram 1.004 prisões. A maior parte delas foi de agressores que descumpriram as determinações judiciais de afastamento das vítimas. Os números refletem a dimensão da violência contra a mulher no estado. Atualmente, ocorrências de violência doméstica e contra a mulher representam a segunda maior demanda da Central de Emergência 190 da Polícia Militar do Rio. Mais de 10% de todos os acionamentos de viaturas são para atender casos de agressão, ameaça e outras formas de violência. Apesar da elevada procura, a Patrulha Maria da Penha não atua como serviço de atendimento emergencial. O programa é voltado ao acompanhamento de mulheres que já possuem medida protetiva. Por isso, a orientação é que vítimas em situação de ameaça registrem ocorrência em uma delegacia da Polícia Civil para dar início ao processo de solicitação da medida judicial. Segundo a Polícia Militar, a Patrulha Maria da Penha do Rio de Janeiro é a única iniciativa desse tipo no país com atuação em todo o território estadual.