A convenção de Flávio Bolsonaro, no sábado passado, entrou para a história como a primeira em que o candidato não foi o personagem principal.
Teve Milei ofendendo Alexandre de Moraes, teve Michelle dando um apoio meio morno para o enteado e teve, claro, o vídeo de Jair Bolsonaro feito com Inteligência Artificial.
Ninguém sabe ainda que tipo de consequência essa versão avatar do ex-presidente vai ter, e é justamente esse o ponto mais importante.
Os tribunais ainda estão aprendendo a lidar com a nova tecnologia, e não existe uma regra uniforme.
De modo geral, o uso do chamado deep fake, que é simular a voz e a imagem de uma pessoa, é vetado para enganar o eleitor ou atacar adversários.











