O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou no sábado (25) do que parece ser uma das ocupações favoritas de sua família: atuar contra a soberania e o interesse nacional.
É conhecido o histórico do clã nesse departamento. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu embaixadores estrangeiros para proferir mentiras sobre o sistema eleitoral do país. Em 2025, Eduardo Bolsonaro, à época deputado federal pelo PL-SP, celebrou o tarifaço americano que afetou produtos do Brasil.
Flávio não tinha ficado atrás. No começo deste ano, coube a ele estimular o governo dos EUA a classificar facções criminosas brasileiras como terroristas, em uma medida repleta de riscos de intervenções arbitrárias.
Agora, na convenção partidária que o oficializou como candidato à Presidência da República, o senador abriu espaço para que Javier Milei, presidente da Argentina, desferisse uma série de impropérios contra o Brasil.
Durante quase meia hora de discurso virulento, Milei criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e chamou Alexandre de Moraes de "lixo careca" —o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não permitiu que o argentino se encontrasse com Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar.













