Governo americano afirmou que acordo trará bilhões de dólares à indústria nuclear do país 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Donald Trump e o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman da Arábia Saudita caminham ao longo dos retratos presidenciais na Colunata da Casa Branca, em Washington — Foto: Haiyun Jiang/The New York Times RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 02:35 EUA e Arábia Saudita: Acordo Nuclear Gera Preocupações Globais Os Estados Unidos planejam anunciar um acordo nuclear com a Arábia Saudita, que trará bilhões para a indústria nuclear americana e poderá incluir a construção de uma instalação de enriquecimento de urânio. O pacto gera preocupações entre parlamentares e autoridades israelenses sobre o potencial desenvolvimento de armas nucleares sauditas. O acordo, que não requer aprovação do Congresso, surge em meio a tensões no Iêmen entre sauditas e rebeldes houthis. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os Estados Unidos planejam anunciar um acordo nuclear com a Arábia Saudita nesta quarta-feira, que proporcionaria ao país um programa nuclear civil, segundo relatos da imprensa, em meio à retomada dos combates entre a gigante petrolífera do Golfo e os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, no Iêmen. Citando dois funcionários americanos não identificados, o The New York Times noticiou nesta terça-feira que o governo de Donald Trump planeja assinar e anunciar formalmente o pacto com os sauditas nesta quarta-feira. O governo republicano afirmou que o acordo trará bilhões de dólares para a indústria nuclear americana. Uma cláusula do acordo de 30 anos estipula que empresas americanas podem construir uma instalação de enriquecimento de urânio na Arábia Saudita se um estudo conjunto determinar que isso é justificado, informou o The Wall Street Journal. No entanto, alguns parlamentares americanos de ambos os partidos e autoridades israelenses expressaram oposição a um projeto nuclear civil para a Arábia Saudita, temendo que ele possa eventualmente se tornar um programa para o desenvolvimento de armas nucleares. A vida dentro de um submarino nuclear dos EUA no Ártico 1 de 11 Submarino sobe no Ártico — Foto: NYT/Kenny Holston 2 de 11 Suboficial Chefe Jacob Green, o chefe do submarino Hampton, supervisionando dois timoneiros em manobras delicadas para conduzir e mergulhar o submarino sob o gelo — Foto: NYT/Kenny Holston X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Vida a bordo — Foto: NYT/Kenny Holston 4 de 11 Especialistas trabalhando para localizar um local para o Hampton emergir em uma grande banquisa de gelo — Foto: NYT/Kenny Holston X de 11 Publicidade 5 de 11 Oficiais jogam cribbage na sala de oficiais do Hampton para passar o tempo — Foto: NYT/Kenny Holston 6 de 11 A temperatura no Acampamento Baleia, que foi construído inteiramente em uma enorme folha de gelo, pode cair para 40 graus abaixo de zero — Foto: NYT/Kenny Holston X de 11 Publicidade 7 de 11 A tripulação do Hampton permanece debaixo d'água, em espaços apertados com comida limitada e sem comunicação externa, por semanas seguidas — Foto: NYT/Kenny Holston 8 de 11 Acampamento externo — Foto: NYT/Kenny Holston X de 11 Publicidade 9 de 11 A operação gélida permitiu que a Marinha examinasse como melhorar os submarinos e as comunicações subaquáticas em um ambiente tão extremo — Foto: NYT/Kenny Holston 10 de 11 No Hampton, a tripulação lida com operações árticas e a vida diária. — Foto: NYT/Kenny Holston X de 11 Publicidade 11 de 11 Região no Ártico — Foto: NYT/Kenny Holston Em algumas áreas, águas rasas forçam a tripulação a seguir um caminho estreito entre duas ameaças: o gelo acima e o leito do oceano abaixo Espera-se que o acordo seja apresentado ao Congresso nos próximos dias, mas sua aprovação não é necessária para que entre em vigor. A Arábia Saudita e os houthis trocaram ataques na semana passada pela primeira vez em anos, colocando em risco o cessar-fogo firmado em 2022. Os rebeldes têm permanecido em grande parte à margem do conflito desde que Israel e os Estados Unidos atacaram o Irã no final de fevereiro.