Possível reciprocidade por parte do Brasil abriria margem para uma espiral de trocas de farpas entre os países, disse o professor da FGV, Carnegie Endowment e pesquisador visitante na Harvard Kennedy School Nem mesmo os setores que foram isentos do tarifaço anunciado pelo governo americano ontem (15) podem cantar vitória, segundo Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais na Fundação Getulio Vargas (FGV) em São Paulo, professor sênior no Carnegie Endowment em Washington e pesquisador visitante na Harvard Kennedy School.

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