O que o Brasil pode fazer diante da nova tarifa aplicada pelos Estados Unidos? Em vídeo, Marcos Jank, colunista do Estadão, analisa a importância das relações comerciais entre os dois países, o contexto eleitoral e os trunfos e fragilidades do lado de cá da mesa de negociação.“O mais importante é a melhoria das relações do governo brasileiro com o governo americano, hoje bastante machucadas, por eventos recentes e pelo processo eleitoral nos dois países”, observa Jank.'Trump demonstra mais uma vez a sua vocação para usar tarifas de importação como instrumento de dissuasão e pressão sobre os seus parceiros comerciais' Foto: Saul Loeb/AFPPUBLICIDADE“O segundo ponto é, se essa melhoria for acontecendo, ampliar a lista de exceções”, acrescenta. Também é importante, diz, o Brasil continuar diversificando mercados, em paralelo.O especialista em agronegócio e bioenergia, professor sênior e coordenador do centro Insper Agro Global ressalta que, além dos 25% confirmados, existe a possibilidade da aplicação de mais 12,5% sob a alegação de supostas práticas de trabalho forçado – medida que faz parte de uma investigação sobre dezenas de parceiros comerciais dos EUA, além do Brasil.Leia tambémO Brasil no jogo global: ter commodities é poder, mas o País ainda não percebeu issoChina transforma segurança alimentar em questão de Estado - e o Brasil sentirá os efeitosAssista no vídeo a análise de Marcos Jank.Publicidade