Maurício Une, economista-chefe do banco holandês, defende ajuste nas contas em 2027 para reduzir trajetória do endividamento Maurício Une: “É preciso que o resultado primário positivo seja obtido mais através de controle de despesas” — Foto: Keiny Andrade/Valor Em um ambiente de choque de oferta por causa do petróleo e impacto vindo do El Niño, os impulsos fiscais do governo são pressão adicional na inflação de 2026, diz o economista-chefe para América do Sul do banco holandês Rabobank, Mauricio Une.

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