Para ex-diretor do BC, a expectativa é de que, independentemente do resultado eleitoral, o próximo governo adote uma política fiscal mais restritiva Componentes do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil aceleraram no primeiro trimestre de 2026, em momento em que o Banco Central está cortando juros e o governo federal tem introduzido novas medidas de estímulo ao consumo para uma economia que roda perto do seu potencial. Isso pode fazer com que a esperada desaceleração da atividade seja postergada, além de mudar as condições de contorno para a política monetária e reduzir seu espaço de atuação. A avaliação é do economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita. “É um PIB que mostra uma economia que tem aspectos de reaceleração”, diz. Ex-diretor do BC, Mesquita afirma ainda ter preocupação com a dinâmica recente da inflação e das expectativas inflacionárias, principalmente as de prazos mais longos.

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