As mulheres conquistaram avanços extraordinários nas últimas décadas em todo o mundo desenvolvido.
Hoje elas superam os homens em número nos campi universitários de praticamente todos os países ricos. No trabalho, muitas têm se dedicado com entusiasmo a "ir à luta", como Sheryl Sandberg, então número dois do Facebook, as incentivou a fazer em um livro de 2013. A representação delas entre as profissões mais bem remuneradas, incluindo médicos e advogados, quase triplicou nos Estados Unidos desde 1980.
Na virada do século, um paciente britânico tinha duas vezes mais chances de ser atendido por um homem. No ano passado, o número de médicas superou o de médicos pela primeira vez, segundo o General Medical Council da Grã-Bretanha, um órgão público.
Recentemente, porém, a geração de mulheres mais qualificadas da história da humanidade parece estar retrocedendo no mercado de trabalho.
Em 2024, um estudo da S&P Global, compiladora de índices, constatou que a participação feminina em cargos executivos em empresas americanas listadas em Bolsa caiu pela primeira vez em 2023, após quase 20 anos de crescimento ininterrupto.









