A entrada maciça da Geração Z no mercado de trabalho tem redesenhado o perfil das lideranças, e consequentemente suas estratégias. Prezando por ambientes de trabalho colaborativos, equitativos e inclusivos, um novo olhar sobre as equipes já está em pauta entre gestores de nível internacional.
Segundo o último relatório da McKinsey & Company, “Panorama das Organizações em 2026”, as mudanças sopram a favor, sobretudo, de estratégias de Diversidade e Inclusão (D&I) como motor de mudanças nas organizações. Para se ter uma noção, a consultoria estima que 90% dos dez mil líderes globais tratam estratégias de D&I (Diversidade e Inclusão) nesse momento como prioridade.
O mercado de D&I dá indícios de uma retomada global até o ano de 2028. Segundo a McKinsey, quase metade das organizações que reduziram seus investimentos em D&I espera retomá-los, pelo menos parcialmente, em até dois anos. Em diálogo com equipes plurais, as estratégias devem auxiliar gestores no engajamento dos colaboradores e na promoção do bem-estar das equipes; como contrapartida, as empresas esperam fechar com um balanço financeiro superior ao de seus pares.
Atento às transformações do mercado, o relações-públicas e gestor da Criativos, Rodrigo Almeida, explica que as iniciativas de D&I facilitam a atração e retenção de novos talentos, principalmente os que adentram neste momento o mercado. Para o empresário, o diálogo e o pertencimento em ambientes inclusivos, seja geracional ou através de lideranças femininas, negras, LGBTQIAPN+, além dos jovens, idosos ou pessoas com deficiência, representam a oportunidade de expandir os horizontes e dialogar com a nova onda de consumidores.









