“Liberdade, bairro plural”, no Museu do Ipiranga, mostra as múltiplas faces que o bairro paulistano teve antes de ganhar sua característica oriental para atrair turistas Foto de 1910 mostra um grupo no largo Sete de Setembro, que antes havia sido Largo do Pelourinho, local onde negros eram açoitados — Foto: Reprodução A Liberdade, bairro da zona central de São Paulo, tem origens muito diferentes da fama oriental que carrega. Os jardins japoneses, as calçadas ladrilhadas com o símbolo xintoísta, o portal Torii e as luminárias vermelhas que ornamentam as ruas foram uma construção da Prefeitura nos anos 1970 para transformá-lo num produto turístico. Isso é o que mostra a exposição “Liberdade, bairro plural”, que será inaugurada dia 10 de julho no Museu do Ipiranga, o Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

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