A defesa de Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a manutenção do regime domiciliar, afirmando, inclusive, que o ex-presidente abre mão da arma que tinha para ficar em casa.
A defesa também ressaltou os aspectos de saúde do ex-presidente, o relatório policial que reconheceu o registro do equipamento e a manifestação favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República).
A petição foi enviada ao relator nesta quinta-feira (2), um dia depois de o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ter defendido a domiciliar, mas sem a arma apreendida com um dos seguranças de Bolsonaro.
"O peticionário reitera não possuir qualquer interesse na restituição do armamento apreendido, circunstância já anteriormente informada nos autos e igualmente registrada pela Procuradoria-Geral da República", disseram os advogados.
Moraes havia dado novo prazo para a PGR se manifestar, e depois disso, mais 48 horas para a defesa de Bolsonaro se manifestar. Só então o magistrado deve decidir sobre a prorrogação ou não da prisão domiciliar do ex-presidente.












