A defesa de Jair Bolsonaro fez um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para que não considere a apreensão recente de uma pistola em nome do ex-presidente como “falta grave”.

Além disso, apelou para que seja mantida a prisão domiciliar, já que o prazo inicial de 90 dias venceu na sexta-feira, 26.

A arma foi apreendida durante uma blitz de trânsito no Distrito Federal e estava dentro de um veículo oficial da Presidência conduzido pelo segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho.

Na abordagem, o militar admitiu que a arma era de Bolsonaro.

Ao tomar conhecimento do caso, na última quarta-feira, 24, Moraes solicitou à Procuradoria-Geral da República que analisasse, em até 48 horas, se a apreensão da arma de fogo do ex-presidente poderia interferir na sua prisão domiciliar, por possível cometimento de falta grave.