Pergunta: Meu marido e eu achamos necessário bloquear as ligações da nossa filha. Ela pode se tornar virulenta e odiosa quando sente que foi "injustiçada" e nos liga e manda mensagens, e para o resto da família também, com seus desabafos sobre nós.
Estamos na casa dos 70 e 80 anos, respectivamente, e as atitudes dela são muito dolorosas e desconcertantes. Não adianta tentar dialogar com ela nesses momentos, porque ela está convencida de que está certa em seu pensamento.
Não sabemos o que fazer, além de cortar os meios de contato dela conosco. (Ela mora a dois estados de distância.) Embora a família estendida esteja ciente dos desabafos dela, ninguém se manifesta para nos defender. Devemos perguntar à família por que não nos defendem, e devemos nos sentir magoados por isso?
Resposta: Suas interações com sua filha parecem extremamente desagradáveis, e lamento que sua família esteja tendo dificuldades para encontrar uma forma melhor de se comunicar. Você diz que não sabe o que fazer, além de cortar a capacidade dela de entrar em contato com vocês, mas fico pensando na pergunta em que você se concentrou na sua carta: Por que o resto da família não nos defende?
A curiosidade sobre essa situação desafiadora certamente pode ajudar, mas sugiro que seja direcionada para outro lugar —não para o motivo de sua família não intervir, mas para o motivo de sua filha estar com tanta dor.













