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As quatro mortes de crianças registadas este ano em contexto de violência doméstica levantam questões sobre a capacidade que as autoridades têm para identificar situações de perigo extremo e proteger menores em risco. Apesar de, desde Julho do ano passado, haver um novo instrumento de avaliação de risco, que passou a incluir crianças e idosos, a sua aplicação ainda não está generalizada, nota Elisabete Brasil, presidente da associação Feministas em Movimento.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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23 de Junho de 2026