Em agosto do ano passado, o Fifpro (sindicato internacional de jogadores) apresentou resultados de um estudo feito com seu homólogo português e a federação de futebol do país sobre como o calor extremo afeta os atletas.
Reforçou na ocasião uma recomendação à Fifa já feita anteriormente, de que modificasse suas diretrizes para proteger a saúde e o desempenho dos jogadores.
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Em maio, um mês antes do início da Copa do Mundo, um grupo de 21 especialistas de todo o mundo publicou uma carta aberta à Fifa sobre o tema.
Profissionais e pesquisadores nas áreas de medicina do esporte, saúde pública, desempenho e ciência do clima diziam, em suma, que as diretrizes para calor da entidade que rege o futebol mundial eram inadequadas e expunham a risco os atletas do Mundial.















