O julgamento dos três policiais militares acusados do assassinato de Antonio Vinícius Lopes Gritzbach, morto com tiros de fuzil no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi remarcado para 2027. As sessões do novo júri popular devem ocorrer de 22 a 26 de fevereiro.
As novas datas foram escolhidas após advogados de defesa abandonarem o plenário do júri em meio a uma discussão com o promotor Rodrigo Merli Antunes, responsável pela acusação, na última segunda-feira (22). Com isso, o julgamento foi anulado e as datas reagendadas.
Os PMs Dênis Antônio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva são apontados como atiradores e motorista do carro de fuga no atentado em novembro de 2024.
Além da morte de Gritzbach —que havia firmado um acordo de delação premiada com acusações contra integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) e policiais civis—, o ataque também provocou a morte do motorista Celso Araújo Sampaio de Novais e deixou duas pessoas feridas. Nenhuma dessas vítimas tinha relação com o alvo.
Na segunda-feira, a confusão no júri começou quando o promotor passou a questionar um capitão da PM sobre um inquérito relacionado a supostos atentados sofridos pelo advogado Mauro Ribas, que atua na defesa dos policiais acusados.













