Preso nesta quinta-feira (25), o vereador da capital paulista Senival Moura (PT) escapou de responder a um processo de expulsão do PT em 2014 em decorrência de investigações do Ministério Público por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Na época, Luiz Moura, irmão de Senival e então deputado estadual, foi expulso, em decisão da executiva estadual do PT em São Paulo.
Luiz teria participado de uma reunião com 13 integrantes da facção criminosa na sede de uma cooperativa de transporte público, ligada inclusive a Senival, segundo a Polícia Civil.
O então presidente do PT paulista e hoje deputado estadual Emídio de Souza justificou na época a permanência de Senival no partido, apesar de estar entre os alvos da investigação.
"Não tem nada a ver uma coisa com outra. Senival é sócio de uma cooperativa. Não há elementos contra ele. O Luiz Moura foi acusado de participar de uma reunião com o PCC", disse Emídio, em julho de 2014.













