Senival Pereira de Moura é apontado pela corporação como uma das figuras centrais de um suposto esquema de lavagem de dinheiro da facção 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O vereador Senival Moura, do PT, durante sessão — Foto: Divulgação/Rede Câmara RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 07:31 Vereador do PT em SP é preso por suspeita de ligação com PCC e lavagem de dinheiro A Polícia Civil de São Paulo prendeu o vereador do PT, Senival Pereira de Moura, suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro do PCC. A operação, realizada em SP e MG, surge após investigação de um homicídio em 2020, revelando conexões financeiras criminosas atreladas ao transporte público. O GAECO e DEIC lideram a força-tarefa com centenas de agentes. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta quinta-feira uma operação em endereços da capital e do município de Extrema, em Minas Gerais, que resultou na prisão de cinco alvos. Entre eles, está o vereador Senival Pereira de Moura (PT-SP), apontado como uma das figuras centrais de um suposto esquema de lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando Capital (PCC). A investigação que levou a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) a apontar Moura como participante do esquema foi iniciada com um homicídio ocorrido em março de 2020. O então presidente da empresa de ônibus Transunião Transportes S.A., Adauto Soares Jorge, foi morto a tiros no estacionamento de uma padaria no bairro do Lajeado, na Zona Leste de São Paulo. Além de Moura, também foram presos o presidente da Transunião Transportes S.A., Jair Ramos de Freitas ("Cachorrão"), e Devanil de Souza Nascimento ("Sapo"), motorista e homem de confiança do vereador. Segundo as autoridades, o homicídio abriu caminho para a descoberta de uma estrutura paralela que tomava as decisões relativas à empresa, incluindo a transferência de valores para criminosos ligados ao PCC. Os investigadores tiveram acesso ao aparelho celular de Jorge e pen drives que estavam com ele no momento do assassinato. Na avaliação da Polícia Civil e do MP-SP, a análise deste material revelou documentos e dados que apontavam para uma hipótese criminal mais ampla, extrapolando as circunstâncias do homicídio. "A investigação, iniciada a partir do assassinato de Adauto Soares Jorge (até então presidente da companhia), em 2020, coligiu provas robustas no tocante à utilização da concessionária, que só em 2025 auferiu mais de R$ 300 milhões do sistema de transportes paulistano, pela organização criminosa Primeiro Comando da Capital para a prática de lavagem de capitais", diz o MP-SP. A operação conta com a participação de centenas de agentes públicos de uma força-tarefa constituída pela Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), e pelo MPSP. Os trabalhos ocorrem por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
Operação da Polícia Civil de São Paulo prende vereador do PT suspeito de envolvimento com o PCC
Senival Pereira de Moura é apontado pela corporação como uma das figuras centrais de um suposto esquema de lavagem de dinheiro da facção














