A Polícia Civil de São Paulo afirma ver indícios de que um ex-presidente da Transunião, pivô do esquema que prendeu o vereador Senival Moura (PT) nesta quarta-feira (25), tenha sido assassinado por integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2020 após descoberta de desvios financeiros na empresa.
De acordo com as investigações, o petista seria o principal beneficiário dos repasses. Ele só não foi morto, segundo autoridades à frente do caso, porque teria se comprometido a devolver os valores desviados.
A assessoria do vereador declarou na manhã desta quarta que prepara uma nota sobre o caso e que se manifestaria em breve, mas não informou quem está à frente da defesa.
O caso do homicídio ocorreu em 2020.
A vítima, Adauto Soares Jorge, presidia a Transunião na época mas, segundo a Polícia Civil, "encontrava-se em contexto de subordinação material a interesses paralelos, associados a indivíduos que, mesmo alheios ao quadro societário da empresa, exerciam ingerência efetiva sobre suas atividades empresariais".












