As coberturas da pizza podem ser sagradas para os italianos, mas que ninguém tente convencer Arnaldo Di Blasi disso. O crescimento de sua rede de pizzarias, a Di Blasi, está em atender aos paladares regionais de um país de dimensões continentais como o Brasil. A franquia chegou neste ano a 50 unidades em 16 estados.
No sul, o cardápio oferece pizza de filé com gorgonzola, coração de galinha e strognoff de frango ou carne. No Nordeste, carne de sol. Em Manaus, pizza com o fruto silvestre tucumã. Em Belém, com jambu, erva de sabor picante.
"Não é acaso. A gente faz tudo baseado em números. O paladar do sulista é diferente do carioca. Quando começamos a entender que o Brasil é um continente, a coisa deslanchou", afirma o fundador.
A empresa completa 15 anos em setembro. A maior concentração de lojas está no Rio de Janeiro (30) e o faturamento projetado para 2026 é de R$ 120 milhões, com a meta de dobrar o número de unidades nos próximos 12 meses. A primeira no exterior será inaugurada no final de 2026, em Lisboa.
Para a expansão projetada, as novas franquias precisam ter performance superior à média das que estão em operação (R$ 160 mil mensais). O objetivo é que cheguem a R$ 190 mil cada.












