Gabriel Liguori, CEO da TissueLabs, healthtech hoje sediada na Suíça, desenvolve plataforma para produzir tecidos em laboratório.

Enquanto o zeitgeist atual celebra o avanço da inteligência artificial, uma revolução silenciosa ocorre na biotecnologia: a capacidade de “imprimir” órgãos humanos sob medida. A startup brasileira TissueLabs é o exemplo perfeito desse potencial, utilizando células do próprio paciente para criar estruturas biológicas.

Por que precisamos impulsionar esse setor?

Eficiência econômica: O custo para desenvolver medicamentos gira na casa dos bilhões, com taxas de falha altíssimas. Plataformas de bioimpressão reduzem o risco e a necessidade de testes em animais ou humanos precoces.

Soberania tecnológica: A inovação científica nacional sofre com gargalos logísticos e burocráticos. Quando talentos brasileiros precisam se mudar para a Europa para viabilizar pesquisas, o país perde valor intelectual e econômico.