Durante quase seis anos, segmento ficou descontado, esquecido, à espera Em “A hora e a vez de Augusto Matraga”, Guimarães Rosa narra a trajetória de um homem que, após ser dado como morto, recolhe-se em resignação à espera da redenção. Repetindo a frase que um padre lhe deixara - “cada um tem a sua hora e a sua vez” -, o conto nos ensina que o tempo sempre está, silenciosamente, costurando o desfecho correto. Guardadas as (enormes) devidas proporções, essa metáfora traduz o momento atual dos FIIs de lajes corporativas.
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